Os jogos e nossa vontade, às vezes incontrolável, de jogar são fascinantes. Jogando se aprende a ganhar sem tripudiar e a perder sem se exasperar. Não é a tôa que jogar seja uma experiência tão fundamental para a vida… Mas para que o aprendizado seja completo, você precisa olhar nos olhos de seu adversário. E você não pode esnobar sem piedade o seu amigo do qual você acaba de ganhar uma partida, nem se exasperar de forma humilhante diante de seus colegas ao perder. Não é a mesma coisa com computadores, videogames e outros jogos solitários ou à distância.

A ideia da Biolúdica é essa: jogos muuuuuito divertidos em que além da diversão, claro!, há dois grandes componentes: 1) a aposta na interação entre as pessoas, tão fundamental e tão mediada pelos artefatos eletrônicos; e 2) os temas biológicos. Resultado: nos divertimos jogando (e também criando os jogos!!!); interagimos com os outros jogadores e, ainda de quebra, aprendemos coisas sobre temas biológicos, sem nem desconfiar…

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