Roteiro infantil: aulas de yoga, jogos “biolúdicos” e orquestra de laptops atraem crianças e adultos ao Café Ernesto

Aniversário da Biolúdica terá lançamento de Devora-cabeças

festa final de ano2

Na comemoração de seu aniversário, a Biolúdica realiza uma festa gratuita para crianças e adultos. Será nesta sexta (6/12), a partir das 19h, no Ernesto Cafés Especiais (115 sul). Na programação, oficina de jogos biolúdicos, aulas de yoga com posições de animais e apresentação da orquestra de laptops BSBLOrk. Na ocasião, a Biolúdica também arrecadará roupas, livros e brinquedos em bom estado para doação ao projeto Coletivo da Cidade (Estrutural), que fará um bazar ainda esse ano. A classificação é livre.

Com a proposta de popularizar a ciência e a biologia entre o público infantil, a bióloga brasiliense, Nurit Bensusan, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos. A ideia é despertar o aprendizado e a consciência ambiental da criançada de maneira divertida por meio de jogos de cartas e livros recheados de imagens de animais, ambientes naturais e informações curiosas. Finalista do prêmio Jabuti 2013 com a obra Labirintos – Parques Nacionais, a criadora da Biolúdica teve a mesma obra premiada com o selo “O Melhor para a Criança”, na categoria Informativo, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) esse ano.

“Esse foi um ano de consolidação do trabalho realizado pela Biolúdica. Investimos na divulgação de nossa oficina nas escolas particulares do Distrito Federal e em outros espaços. Aproveitaremos o final do ano e o aniversário da Biolúdica para lançarmos dois pequenos jogos artesanais, voltados para crianças e adultos”, comenta Nurit, que planeja um jogo exclusivo sobre o Cerrado para 2014.

Oficina_de_jogos_Bioludica

Trajetória

Criada em dezembro de 2010, a Biolúdica teve como primeiro lançamento o livro-jogo Biobrazuca (sobre biomas brasileiros), fruto de parceria com o Museu de Ciência e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Logo em seguida foi a vez do Bioquê? (jogo de charadas) e do Tsunami (formação de ambientes marinhos) chamarem a atenção dos pequenos para as ameaças à biodiversidade.

Em 2012, Nurit Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, 21, 22, 23…, em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Também lançou os títulos Quanto Dura um Rinoceronte?, uma resposta biológica inspirada em poema de Pablo Neruda (editora Peirópolis), e Labirintos – Parques Nacionais (editora Peirópolis).

Ainda em 2012, a Biolúdica lançou mais dois jogos de cartas, o Metamorfus (que aborda o ciclo de vida dos animais) e o PET, O Desafio (trunfo que traz animais como super herois).

Em 2013, a Biolúdica lança dois quebra-cabeças artesanais exclusivos para seu aniversário: o devora-cabeças MAR e o devora-cabeças TERRA.

Serviço:
Aniversário da Biolúdica com lançamento dos Devora-cabeças
Data: 6/12/2013 (sexta)
Hora: a partir das 19h
Local: Ernesto Cafés Especiais (CLS 115, bloco C, loja 14)
Ingresso: entrada franca
Classificação: livre

Programação:

19h Oficina de jogos da Biolúdica
20h Aula de yoga de animais com a professora Dayse Rose
20h30 Orquestra de Laptops toca os jogos da Biolúdica

OBS: Doações de brinquedos, roupas e alimentos serão bem-vindas! O destino será o projeto Coletivo da Cidade (Estrutural).

Mais informações:
http://www.bioludica.com.br

Assessoria de imprensa
Clarice Gulyas / Gulyas Comunicação
(61) 8177 3832
claricegulyas@gmail.com

Artigo: Faça crescer sua própria…

Por Nurit Bensusan / Globo Online
Bióloga, engenheira florestal, doutora em Educação, especialista em popularização da Ciência

Daniel Libeskind, um dos grandes arquitetos e pensadores da arquitetura hoje, diz que uma cidade pode se transformar a partir de um prédio… e certamente muitas das cidades, como Berlin, que receberam projetos desse arquiteto, mudaram. Talvez Nova York mude um pouco já que ele foi o ganhador da competição para a reconstrução do World Trade Center e há esperanças para São Paulo e Porto Alegre, onde prédios de Libeskind vão ser construídos.

Jorge Wagensberg, criador do CosmoCaixa, o museu de ciências de Barcelona, premiado, há alguns anos, como o melhor museu da Europa, diz algo semelhante: um museu transforma uma cidade, uma cidade sem museu de ciências é radicalmente diferente de uma cidade com museu de ciência. Os portalegrenses, mais uma vez, podem se pronunciar: será que a Porto Alegre de hoje é diferente da Porto Alegre antes do Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS? Eu acredito que sim…

E o que dizer, então, de um museu que é de ciência, mas sobre ele diz a mídia: “Pode ter ciência no nome, mas cada exposição da galeria mostra que é o local mais criativo, inovador e artístico de toda Irlanda”? Trata-se da Science Gallery, um museu de ciência, em Dublin, na Irlanda, que trabalha com os assuntos mais quentes da ciência e mais, tem a proposta de democratizar o debate sobre temas científicos e os processos de tomada de decisão sobre ciência e tecnologia. Aberta em 2008, a Science Gallery já recebeu mais de um milhão de visitantes.

A exposição do momento, na Science Gallery, é muito interessante. Chama-se “Grow your own…” (algo como faça crescer o seu próprio…) e é sobre biologia sintética. Com curadoria de cientistas, artistas e biohackers, a exposição se divide em três grandes blocos: vida, sociedade e máquinas. Em cada bloco, há ideias e projetos muito provocativos mostrando que o futuro da biologia sintética pode ser aquele que nós escolhermos, mas há, talvez, infinitas possibilidades.

Alguns exemplos de projetos expostos:

Selfmade:  um queijo individual, feito a partir dos microorganismos da pele de cada pessoa, aproveitando que muitas bactérias envolvidas na confecção dos queijos mais fedorentos são similares às encontradas na nossa pele…

I wanna deliver a dolphin: uma instalação com referência ao momento futuro onde poderemos ajudar outras espécies, dando a luz aos seus filhotes e eventualmente, também, à nossa comida.

New Mumbai: um filme sobre cogumelos que tomam conta das paredes de Dharavi, uma favela de Mumbai, e que depois de uma tentativa mal sucedida de usá-los como base para novas drogas, acabam servindo como material para vários usos como construção e aquecimento.

Designing for the sixth extinction: uma instalação sobre o potencial da biologia sintética na conservação da biodiversidade… e todas suas implicações…

Circumventive organs: instalação sobre a criação de órgãos “novos”, combinando partes humanas e de outros animais, para resolver problemas de saúde dos humanos.

Há muitos outros e vale a pena uma visita ao site da exposição, para quem não vai ter a chance de estar em Dublin até dia 19 de janeiro…

Agora, imagine uma exposição dessas, na cidade que você mora, de preferência dentro de um prédio do Daniel Libeskind… tem que ajudar a mudar alguma coisa, pelo menos suscitando o debate sobre o futuro que queremos…

Xylinum cones, outro dos projetos expostos. É uma linha de produção de objetos geométricos criados a partir de organismos vivos. Quem sabe com eles seja possível fazer crescer um prédio como os de Libeskind… Ou, talvez, devamos fazer crescer nossa própria mudança…

 

Artigo: … e centopeias!

Por Nurit Bensusan / Globo Online
Bióloga, engenheira florestal, doutora em Educação, especialista em popularização da Ciência

No post passado, aí abaixo, escrevi sobre algumas possibilidades (ou impossibilidades) derivadas da natureza. Acabo de saber de mais uma, entre várias outras que surgem a cada momento, e achei que vale a pena comentá-la: pesquisadores chineses e australianos publicaram um artigo mostrando que o veneno da centopeia-chinesa-de-cabeça-vermelha (Scolopendra subspinipes mutilans) é mais eficiente que a morfina no alívio da dor.

Vale lembrar que a morfina também é uma alternativa tecnológica derivada da natureza. É uma substância derivada do ópio, que é, por sua vez, extraído dos frutos ainda não maduros de várias espécies de papoulas.

Aparentemente, a proteína identificada no veneno da centopeia, com essas propriedades analgésicas, teria vantagens sobre a morfina, pois não produziria tantos efeitos colaterais. As pesquisas mostraram seus efeitos sobre ratos, mas ainda não foram feitos testes em humanos… nem em beagles…

Enfim… chapinha, ainda não, mas dor crônica…

Centopeia-chinesa-de-cabeça-vermelha (foto do site The conversation). As papoulas são mais simpáticas, mas…

Dia Nacional do Livro: Biolúdica incentiva a leiturainfantil na Cidade Estrutural

 DF: Biolúdica incentiva a leiturainfantil na Cidade Estrutural

Aproveitando o Dia Nacional do Livro (29/10), Biolúdica abraça Projeto Coletivo da Cidade 

Nurit e Arie Bensusan - divulgacao

Para incentivar a leitura infantil, a Oficina de criação de jogos com temas biológicos, a Biolúdica, lança campanha em parceria com o Projeto Coletivo da Cidade e o Ernesto Cafés Especiais para arrecadar livros que serão distribuídos em biblioteca pública da Cidade Estrutural. Aproveitando o Dia Nacional do Livro, comemorado no dia 29 de outubro, o Ernesto Café também irá oferecer descontos na compra de obras infantis para serem doados para o Coletivo da Cidade. Quem doar dois livros também poderá levar para casa um dos jogos de cartas da Biolúdica. A campanha vai do dia 29Capa_Labirintos-Parques-Nacionais-NuritBensusan de outubro ao dia 3 de novembro no Ernesto Cafés Especiais, na quadra 115 sul.

Para Nurit Bensusan, escritora e diretora da Biolúdica, datas comemorativas como esta podem servir de gancho para iniciativas de estimulo à leitura. “Ler é uma viagem sem limites, é poder tirar férias de si mesmo, é ser outra pessoa, viver em outros lugares, se aventurar por outros mundos. É importante oferecer essa possibilidade para todos”, explica a brasiliense que concorreu recentemente ao Prêmio Jabuti 2013 com a obra Labirintos – Parques Nacionais.

Iniciativa popular

Como forma de ajudar crianças e adolescentes, o Projeto Coletivo da Cidade atua no eixo de proteção básica infantil, dando apoio às crianças e adolescentes, evitando exploração sexual, de trabalho e incentivando os direitos da criança. O Projeto Coletivo da Cidade existe desde 2011 na Cidade Estrutural e conta com mais de 200 crianças beneficiadas com a parceria.

Para o coordenador administrativo do projeto, André Zanardi, a leitura é um diferencial na formação das crianças. “Não temos muito espaço para elas lerem, mas sempre que temos doações e os livros têm um apelo voltado para as crianças, elas amam. O livro precisa falar a linguagem infantil, ter uma história interessante. Isso faz toda a diferença”, elogia.

Oficina de Jogos da Biolúdica - crédito Vivi e Luiz Fotografia 2 (1)

Biolúdica

A Biolúdica é uma oficina de criação de jogos que tem a proposta de oferecer às crianças jogos e livros interessantes, instigantes e divertidos, que fazem com que os jogadores aprendam sobre temas biológicos brincando. A oficina conta também com livros interativos para as crianças. Um exemplo é a obra Labirintos – Parques Nacionais, finalista do Prêmio Jabuti 2013 e premiada com o selo “O Melhor para a Criança”, na categoria Informativo, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) esse ano. O livro faz uma viagem por doze parques nacionais brasileiros por meio de ilustração diferenciada e curiosidades divertidas.

A Biolúdica conta hoje com cinco jogos de cartas que podem ser encontrados no próprio Café Ernesto, na 115 sul, na Livraria Cultura e no Objeto Encontrado, na 102 norte.  Além disso, os jogos podem ser adquiridos no site da oficina.

Sobre o evento
Onde: Ernesto Cafés Especiais
Quando: de 29 de outubro a 3 de novembro
Horário: De 9h às 11h
Endereço: CLS 115 sul, bloco C, loja 14, Brasília- DF
Site: http://www.ernestocafesespeciais.com.br/

Projeto Coletivo da Cidade:
Endereço: Quadra 3, conjunto 11, área especial 2
Setor Norte – Cidade Estrutural
http://coletivodacidade.wordpress.com/

Entrevista em vídeo:
Nurit Bensusan conta como se tornou escritora – Biolúdica
http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8

Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais
http://www.youtube.com/watch?v=Wrqp4j4jAJU

Mais informações:
http://www.bioludica.com.br

Assessoria de Imprensa:
Gulyas Comunicação
Camila Gomes – camila.dreamscomunicacoes@gmail.com
21. 7950-5868 / 21. 3579-9650
Fernanda Fernandes: 61 8428 0719 gulyascomunicacao@gmail.com
Clarice Gulyas – claricegulyas@gmail.com
61.8177-3832

Artigos: Cartas ou cartadas?

Por Nurit Bensusan / Globo Online
Bióloga, engenheira florestal, doutora em Educação, especialista em popularização da Ciência

Você já reparou que tem bares que “pegam” e viram moda, enquanto outros, apesar de serem simpáticos e terem tudo para dar certo, definham e fecham logo? Não sei dizer o que rege essa dinâmica… Tampouco sei porque certas questões polêmicas se tornam tão populares e polarizadas, enquanto outras, aparentemente tão importantes quanto, não conquistam corações e mentes… Mas sei que a questão das mudanças climáticas e do aquecimento global está entre as populares e polarizadas.

Um bom termômetro para isso foi a reação ao novo relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), lançado no final de setembro. Orelatório deixa claro, mais uma vez, que a situação é grave e que dados se acumulam mostrando que há influência humana sobre o aquecimento da atmosfera e dos oceanos, sobre o ciclo hídrico global, sobre a redução da neve e do gelo, sobre o aumento do nível do mar e sobre as mudanças em alguns eventos climáticos extremos. Ou seja, a responsabilidade sobre as mudanças climáticas é quase com toda certeza das atividades humanas. Cartas aos jornais e revistas, assim como comentários aos textos publicados na internet, mostram a polarização da discussão: há os que se desesperam com nossa inoperância diante de constatações tão sérias e os que se exasperam com tais constatações, insistindo que tudo isso ou é má-fé ou é má-ciência, isto é, se há aquecimento global, a responsabilidade não é da nossa espécie…

O tema desse post, porém – pasmem – não é a mudança do clima… ou melhor, não exatamente… Trata-se, na verdade, de algo que aconteceu por causa das reações às mudanças climáticas: o jornal “Los Angeles Times” resolveu deixar de publicar cartas dos que negam as mudanças climáticas. O argumento central do texto (que pode ser lido na íntegra, em inglês, aqui) do jornalista Paul Thornton, que explica as razões do jornal, é que sua função é manter a seção de cartas livre de erros factuais e para ele a afirmação de que “não há sinais de que os humanos estejam causando mudanças climáticas” não é uma opinião e sim uma incorreção.

Essa história conduz a diversas reflexões possíveis. Uma delas se refere diretamente ao “status” das informações geradas pelo IPCC que passam a ser consideradas, pelo menos pelo LA Times, fatos. Isso remete a diversas outras situações, como por exemplo as relativas à evolução biológica. Fiquei intrigada, será que o jornal publica cartas dos que negam a evolução? Será que é esse o papel de um jornal, estabelecer o que considera fato e recusar o resto? Talvez valha a pena refletir sobre um dos comentários postados em resposta ao texto. Ele diz que afora alguns assuntos como a Terra ser plana, astrologia e a presença de extra-terrestres visitando a Terra, os outros todos ainda estariam abertos para a discussão, inclusive – e principalmente – o das mudanças climáticas, uma vez que tem havido uma batalha ideológica por trás da geração, divulgação e interpretação dos dados.

Independente da minha posição em relação ao tema, confesso que fiquei incomodada com a atitude do jornal. As seções de cartas – e mais recentemente de comentários a textos postados na internet – tem sido espaço para o debate de ideias e muitas vezes servem para espelhar a opinião de uma comunidade sobre um determinado assunto. O cerceamento de posições, com exceção daquelas que incitam a violência ou desrespeitam a diversidade humana, pode ser temerário.

Se confiamos que as informações do IPCC são fatos, podemos nos alegrar com a decisão do LA Times, mas apenas num primeiro momento, pois se isso se tornar a regra, haverá certamente muitas de nossas opiniões que serão taxadas de incorreções e não encontrarão mais lugar para serem expressas… Ou será que o futuro da diversidade de opiniões está restrito às redes sociais?

A mídia já vem enfrentando críticas contínuas – e em geral pertinentes – sobre os conflitos de interesse não explicitados e a manipulação da informação a serviço do poder. Ao explicitar a recusa das cartas que negam as mudanças climáticas, será que o jornal ajuda a tornar a mídia mais transparente ou contribui para o estreitamento das possibilidades de lidar com a diversidade de opiniões?

Em tempo: para evitar mal entendidos, quero deixar claro que eu confio nas informações geradas pelo IPCC e acredito que as mudanças climáticas tem como causa maior as atividades humanas.    

Dia das crianças: Jogos e livros da Biolúdica são opções criativas com toque sustentável

Dia das crianças: Jogos e livros da Biolúdica são opções
criativas com toque sustentável

Bióloga brasiliense cria jogos com abordagens criativas em torno da ciência. Um dos destaques é o livro Labirintos – Parques Nacionais, que concorre ao Prêmio Jabuti

 Capa_Labirintos-Parques-Nacionais-NuritBensusan

O Dia das Crianças está chegando, que tal presentear os pequenos com jogos que, além de divertidos, contribuem no desenvolvimento intelectual das crianças? Pensando nisso, a Biolúdica, oficina de criação de jogos sobre ciência e meio ambiente para crianças, tem a proposta de oferecer produtos interessantes, instigantes e divertidos, que fazem com que a criançada aprenda sobre temas biológicos brincando. Os jogos Bioquê?, Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET), e Metamorfus, foram Idealizados pela bióloga brasiliense, Nurit Bensusan, que também escreveu os livros Labirintos – Parques Nacionais e Quanto Dura Um Rinoceronte?

Jogos:

O Bioquê? é um jogo de cartas com charadas e desafios biológicos que trazem ilustrações super animadas. O objetivo do jogo é fazer com que as crianças conheçam e consolidem conceitos biológicos de maneira divertida e instigante.

pet desafioO Tsunami também é um divertido jogo de cartas que tem como objetivo principal formar um ambiente marinho, contando com a ajuda de muitas criaturas do mar que enfrentam ameaças que vão desde a poluição ao tsunami . Ótimo aprendizado sobre o mar e sua conservação!

O PET é um jogo no qual as crianças desafiam umas as outras com os super heróis animais de cada carta. Nesse tipo de trunfo, o jogador observa a força, habilidade, inteligência de cada animal e combatem entre sí. O jogo tem como diferencial mostrar    as ameaças ambientais e biotecnológicas, como a pesca do tubarão, a crise dos polinizadores e a clonagem.

O Metamorfus é um jogo de cartas que tem como objetivo juntar os ciclos de vida de animais que fazem metamorfose completa, incompleta e que não fazem metamorfose. Aprendendo brincando, a criança vai assimilando cada fase de desenvolvimento dos animais estampados nas cartas! Você sabe, por exemplo como é a metamorfose da libélula, da abelha e da formiga?Metamorfus - Nurit Bensusan - Formiga

Sobre Nurit Bensusan

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Com mais de 12 livros publicados, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo; Meio Ambiente: e eu com isso?; Quanto dura um rinoceronte?; Rio + 20, +21, +22, +23 (da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), e Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis). Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil

 

Entrevista em vídeo:
Nurit Bensusan conta como se tornou escritora – Biolúdica
http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8

Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais

Mais informações:
http://www.bioludica.com

 

Assessoria de Imprensa:
Gulyas Comunicação

Camila Gomes – camila.dreamscomunicacoes@gmail.com
21. 7950-5868 / 21. 3579-9650
Clarice Gulyas – claricegulyas@gmail.com
61.8177-3832

 

Dia do Rinoceronte movimenta café de Brasília

Dia do Rinoceronte movimenta café de Brasília

A comemoração o dia do Rinoceronte teve uma atenção especial da Biolúdica, que realizou uma competição de charadas para fazer um alerta sobre a atual situação dos animais

Quanto dura um rinoceronte - nurit bensusan

O Dia do Rinoceronte foi marcado de forma divertida com um alerta sobre a atual situação do animal, que está em extinção. Comandada pela bióloga brasiliense Nurit Bensusan, a Biolúdica realizou, no último domingo, uma competição de charadas no Ernesto Cafés Especiais, na Asa Sul. O vencedor foi Carlos Ramos, que além de uma saborosa sobremesa do Café Ernesto, ganhou um kit com o livro “Quanto tempo dura um rinoceronte”, uma obra do Pablo Neruda, um conjunto de coador e xícara, e ainda a opção de escolher um jogo da Biolúdica (oficina de criação de jogos sobre ciência e meio ambiente para crianças).

“É muito importante conscientizar a população de que existem muitos animais que deixarão de existir. O rinoceronte é um exemplo disso. Atualmente temos cerca de 35 espécies do animal em extinção, comemorar o dia do rinoceronte, explicando a importância dele e curiosidades fazem a diferença”, conta Nurit.

A bióloga e também engenheira florestal acredita que aprender sobre o meio ambiente e os seres vivos é mais produtivo quando se aprende com diversão e interação. Por isso, a Biolúdica tem a proposta de oferecer às crianças e adultos jogos interessantes, instigantes e divertidos, que fazem com que os jogadores aprendam sobre temas biológicos brincando.

Nurit, que é autora de mais de 12 livros técnicos sobre biologia, revela que o trabalho com crianças é especialmente gratificante. “O público infantil é diferente do adulto, não só por terem outra forma de se interessar pelas coisas, sem a relação utilitarista que ‘gente grande’ costuma ter, mas também por terem uma empatia muito forte pelos assuntos ambientais. Conservar essa empatia pode fazer muita diferença para o futuro”, completa a bióloga, doutora em Educação e mestre em Ecologia.thais roriz bioludica

Cláudio Ramos foi o grande vencedor da competição de charadas da Biolúdica no Dia do Rinoceronte, realizado no último domingo no Ernesto Café!! A esposa dele, Thais Roriz, passou no café para buscar um kit especial da Biolúdica em parceria com o Ernesto Café. 

Sobre Nurit Bensusan

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo ( http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix ( http://www.biotrix.com.br ). Com mais de 12 livros publicados, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo; Meio Ambiente: e eu com isso?; Quanto dura um rinoceronte?; Rio + 20, +21, +22, +23 (da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), e Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis). Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil.

Entrevista em vídeo:
Nurit Bensusan conta como se tornou escritora – Biolúdica

Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais
http://www.youtube.com/watch?v=Wrqp4j4jAJU

Mais informações:
http://www.bioludica.com

Assessoria de Imprensa:
Gulyas Comunicação
Camila Gomes – camila.dreamscomunicacoes@gmail.com
21. 7950-5868 / 21. 3579-9650
Clarice Gulyas – claricegulyas@gmail.com
61.8177-3832

Biolúdica promove alerta divertido no Dia Mundial do Rinoceronte

No Dia Mundial do Rinoceronte, comemorado nesse domingo (22/9), a Biolúdica propôs um alerta diferente à comunidade brasiliense: realizou evento com competição de charadas sobre a vida dos rinocerontes no Ernesto Café, na quadra 115 sul. Quem conseguisse responder às curiosidades, concorreria a um kit com os produtos da Biolúdica (livro Quanto Dura Um Rinoceronte?, um jogo da loja e ainda um livro de poemas do Pablo Neruda e um kit de coador e xícara de café). Foi super divertido!Rinoceronte Bioludica

Livro de brasiliense concorre ao prêmio Jabuti 2013

Obra Labirintos – Parques Nacionais, da bióloga Nurit Bensusan, é uma das promessas da premiação, após reconhecimento da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil

O livro infantil Labirintos – Parques Nacionais, da bióloga e escritora brasiliense, Nurit Bensusan, é um dos finalistas da 55ª edição do Prêmio Jabuti, organizado pela Câmara Brasileira do Livro. Produzido pela editora Peirópolis no final de 2012, a obra aborda curiosidades de 12 parques nacionais em meio a uma ilustração diferenciada e divertida. O título faz parte do trabalho de popularização da ciência da autora e em março desse ano compôs o acervo da Feira de Bolonha (Bologna Children’s Book Fair), na Itália. O livro também foi premiado recentemente com o selo O Melhor para a Criança, na categoria Informativo, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).
Classificado na categoria Didático e Paradidático para concorrer ao Prêmio Jabuti 2013, Nurit Bensusan, também autora de mais de 12 livros técnicos sobre ciência e meio ambiente, comenta a alegria de ser indicada, pela primeira vez, para a premiação. “Sinto-me lisonjeada, trabalho com produtos para crianças há pouco tempo (2010) e ter meu livro entre os finalistas de uma das maiores premiações da literatura brasileira é maravilhoso”, comenta a engenheira florestal, doutora em Educação e mestre em Ecologia.
Outros sucessos infantis lançados por Bensusan são as obras Quanto Dura Um Rinoceronte (também exposto em Bolonha e premiado com o selo Altamente Recomendável, pela FNLIJ), e Rio + 20, 21, 22…(lançado na abertura da Rio + 20, no Rio de Janeiro). Outros livros infantis com temas ambientais fazem parte dos próximos planos da autora, que também cria e personaliza jogos sobre os seres vivos por meio da Biolúdica – Oficina de criação de jogos com temas biológicos, empresa lançada pela bióloga em 2010 para desenvolver produtos voltados para o público infantil. Os livros e jogos podem ser encontrados em cafés da cidade, livrarias Cultura de Brasília e no Museu de Ciências e Tecnologia da PUC RS. Também podem ser adquiridos pelo sitewww.bioludica.com.br
Dia Mundial do Rinoceronte (22/9)
Competição de charadas faz um alerta ao Dia do Rinoceronte
No Dia Mundial do Rinoceronte (22/9), bióloga Nurit Bensusan faz um alerta de forma divertida em evento que promete reunir toda a família. Participe da competição de charadas sobre os rinocerontes e ganhe uma sobremesa saborosa, podendo concorrer ainda a um sorteio de livros e jogos da Biolúdica (oficina de criação de jogos sobre ciência e meio ambiente para crianças).
Serviço:
Data: 22 de setembro (domingo)
Hora: das 9h às 18h
Local: Café Ernesto (115 sul, bloco C, loja 14)
Entrevista em vídeo:
Nurit Bensusan conta como se tornou escritora para crianças http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8
Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionaishttp://www.youtube.com/watch?v=Wrqp4j4jAJU
Conheça a Biolúdica:www.bioludica.com.br
Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação

(21) 7950 5868 Camila Almeida
(61) 8177 3832 Clarice Gulyascamila.dreamscomunicacoes@gmail.com
claricegulyas@gmail.com

Competição de charadas faz um alerta no Dia Mundial do Rinoceronte

Competição de charadas faz um alerta no Dia Mundial do Rinoceronte
No Dia Mundial do Rinoceronte (22/9), bióloga Nurit Bensusan (Biolúdica) faz um alerta de forma divertida em evento que promete reunir toda a família. Participe da competição de charadas sobre os rinocerontes e ganhe uma sobremesa saborosa, podendo concorrer ainda a um sorteio de livros e jogos da Biolúdica (oficina de criação de jogos sobre ciência e meio ambiente para crianças).
Serviço:
Data: 22 de setembro (domingo)
Hora: das 9h às 18h
Local: Café Ernesto (115 sul, bloco C, loja 14)

CMYK básico

Entrevista em vídeo:
Nurit Bensusan conta como se tornou escritora para crianças http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8
Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionaishttp://www.youtube.com/watch?v=Wrqp4j4jAJU
Conheça a Biolúdica:www.bioludica.com.br
Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação

(21) 7950 5868 Camila Almeida
(61) 8177 3832 Clarice Gulyascamila.dreamscomunicacoes@gmail.com
claricegulyas@gmail.com
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.